‘Primo Pobre’ defende Tesouro Direto como porta de entrada para investimentos
O influenciador financeiro Eduardo Feldberg — o “Primo Pobre” — voltou a destacar que o primeiro passo para quem quer começar a investir é estudar e conhecer alternativas mais seguras. Em entrevista recente, ele elogiou o Tesouro Direto como uma das opções ideais para iniciantes, por oferecer segurança, acesso fácil e rendimento superior à poupança.
Por que ele recomenda o Tesouro Direto
- Segurança: Feldberg explica que os títulos públicos federais, como os do Tesouro Direto, são considerados um dos investimentos mais seguros do país, já que são garantidos pelo Governo.
- Rendimento competitivo: Ele afirma que esses títulos costumam render muito mais do que a poupança ou outras aplicações conservadoras populares, especialmente quando se pensa no longo prazo.
- Baixo valor mínimo: A vantagem também está no fato de que não é preciso ter muito dinheiro para começar. Pessoas com pouco capital podem iniciar aportes mensais modestos e ainda se beneficiar da rentabilidade.
- Educação como base: “Investimento é lugar para colocar seu dinheiro e deixá-lo crescer sem que você precise fazer nada”, disse Feldberg, ressaltando a importância de entender o funcionamento antes de aplicar.
Como usar isso a seu favor
- Estude as taxas e tipos de título: Tesouro SELIC, Tesouro IPCA, Tesouro Prefixado — cada um tem características diferentes.
- Comece com aportes pequenos e regulares: mesmo quantias modestas são efetivas em médio prazo.
- Monte reserva de emergência: antes de pensar em risco maior, garantir uma segurança financeira deixa o investidor mais tranquilo.
- Evite comparações imediatas com grandes investidores: crescimento consistente importa mais do que retornos arriscados.
Por que isso tem ganhado relevância
Com a alta inflação, taxas de juros variáveis e incertezas macroeconômicas, muitos brasileiros buscam alternativas mais estáveis para proteger seu patrimônio. O discurso de ‘começar pequeno, estudar e investir de forma segura’ ganha espaço, principalmente entre quem está insatisfeito com o baixo rendimento da poupança ou dos investimentos mais tradicionais.